Os melhores cursos online que já fiz

Se você nunca ouviu falar dos MOOCs (Cursos Online Abertos e Massivos/Massive Open Online Course), é melhor procurar saber. Os MOOCs democratizam o conhecimento através de cursos online que podem ser gratuitos. Além da oportunidade de ampliar conhecimentos, serve para o currículo e você consegue emitir certificado, caso aprovado nos exames finais de cada curso realizado.

  1. Ensino Híbrido: Personalização e Tecnologia na Educação

O curso foi feito pela Fundação Lemann e Instituto Península. Nele, você poderá conhecer diferentes experiências de uso integrado das tecnologias digitais e buscar inspiração para refletir sobre as práticas educativas.

O curso é gratuito e pode ser feito no site Coursera. O certificado custa U$ 26.00

2. Etnografia para Mídias Sociais

O curso é simplesmente incrível! Ele é dividido em quatro módulos, onde tem noções de  cultura e comunidades digitais até técnicas e ferramentas para coleta e análise de dados. Depois do curso você se sente apto para realizar mapas descritivos de comunidades, públicos e audiências nas mídias sociais.

O curso custa R$ 390 e pode ser divido em 3x. Se você trabalha com mídias sociais, faz um esforço, mas não deixe de fazer o curso.

3. Diplomado em Inovação Política

Se vocês estão dispostos a entender as transformações sociopolíticas, movimentos em rede, governo aberto, produção colaborativa, TICs para o desenvolvimento entre outros, este curso foi feito pra isso. É um curso pensado para aqueles que querem mergulhar em novas possibilidades de cidadania e democracia para o século XXI.

O curso custa U$D 300

Saiba como tirar sua ideia do papel

Poderia listar dicas para se tornar um empreendedor social de sucesso. Mas prefiro indicar pessoas que poderão colaborar com você para concretizar seu projeto!

A plataforma Mucho con Poco, da organização Asuntos del Sur, serve como apoio aos Empreendedores Sociais da América Latina. A ideia é criar uma sistema de acompanhamento e fortalecer as estratégias utilizadas por jovens que atuam na promoção e proteção dos direitos políticos, civis e sociais utilizando poucos recursos.

O espaço é totalmente online e gratuito para conectar pessoas e organizações com Líderes Inovadores da América Latina. As principais consultorias para tirar sua ideia do papel são: comunicação digital, traballho em equipe e gestão de projeto, construindo uma cadeia solidária, útil para a sustentabilidade do projeto e criação de redes locais.

brasileiros mucho con poco
Esses são os Líderes Inovadores da América Latina que representam o Brasil. Acesse a plataforma Mucho con Poco!
E agora?  Será que os estudantes terão direito de resposta?

No início de setembro estive contando minha experiência com o Desabafo Social no Encontro Internacional de Educação – Encontro 360º, na Escola SESC de Ensino Médio em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Tive a oportunidade de conhecer projetos e pessoas incríveis. Mas também a infelicidade de ouvir Gustavo Ioschpe.

Ele é contra o ensino da Filosofia, Sociologia e afins porque acredita que atualmente não interessa criar um sujeito crítico e sim uma pessoa que saiba as noções básicas de matemática para garantir o desenvolvimento do país. E pior, disse que o aluno mais inteligente da turma nunca vai querer ser professor. Isso doeu! Além disso, ele afirmou que um analfabeto não possui conhecimentos, ou seja, desvaloriza a educação e cultura popular. Que cara é esse? Ainda bem que o professor Ismar de Oliveira estava dividindo mesa com ele e discordava a cada fala de Gustavo. Bial também estava na mesa, mas a única coisa sensata que falou foi “Eu também sou um idiota, apresento o Big Brother Brasil.” Keep reading →

Pessoas e projetos incríveis na região Nordeste.

Trocas de saberes, construção, debates, planejamento e muito mais. Foi isso que aconteceu no 3º Encontro Nordestino de (IN)Formação na Interface Comunicação, Educação e Cultura (ENFORCEC), e o Encontro Regional da Rede Nacional de Adolescentes de Jovens Comunicadorxs (RENAJOC), nos dias 11 a 13/11 em Natal/RN.

CCJ Recife

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A quinta edição do projeto Quintas na Quinta, acontece no dia 14 de agosto, às 14h30, no Arquivo Público do Estado da Bahia. O encontro, que tem como tema “Violência Policial e Comunicação” e será discutido pelos convidados do GT Narradores, composto por Ítala Herta, Monique Evelle, Negro Davi e Enderson Araújo. O objetivo é reunir artistas, pesquisadores, arquivistas, professores e moradores da região para promover um espaço de discussão sobre temas como relação entre arquivo e arte contemporânea, história, antropologia, arquitetura, arte, entre outros.

Para facilitar o deslocamento dos participantes, um ônibus gratuito sairá às 14h, do teatro castro Alves para o Arquivo Público do estado da Bahia, com retorno às 17h. O ponto de encontro é na biblioteca do Teatro.

Quando: 14/08, às 14h30

Onde: Ladeiras Quintas dos Lázaros, 50 – Baixas de Quintas – Salvador

Entrada gratuita.

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O Desabafo Social foi criado em 2011, pela jovem  soteropolitana Monique Evelle. Inicialmente era apenas o nome do grêmio estudantil no Colégio Estadual Thales de Azevedo. Monique estava cursando o último ano do Ensino Médio e por isso decidiu levar o Desabafo Social para fora do colégio.

Então, no primeiro semestre de 2012 , iniciou oficinas e rodas de conversas com crianças do bairro Nordeste de Amaralina. Foram seis meses de atividades com o público infantil. Entre as atividades, podemos destacar oficinas de educação ambiental, reforço escolar, direitos humanos da criança e do adolescente, produção de fanzine e muito mais.  No segundo semestre do mesmo ano, o Desabafo Social começou a trabalhar com os adolescentes e jovens buscando compartilhar conhecimentos sobre comunicação, cidadania e relações raciais, contribuindo assim, para o empoderamento da juventude. Pouco tempo depois, o Desabafo Social se tornou uma rede nacional. Isso só foi possível através de articulações e ações realizadas no ciberespaço.

Hoje o Desabafo Social tem colaboradores jovens espalhados por sete estados brasileiros, buscando formas de criar espaços de debates, envolver escolas, comunidades e instituições para promover a cultura de direitos humanos, incentivar e estimular o engajamento de adolescentes e jovens em causas sociais e subsidiar a elaboração e criação de novas iniciativas pensadas por jovens.

O trabalho do Desabafo Social acontece no cenário físico por meio de palestras, seminários, rodas de conversas, oficinas e participações de eventos. E no cenário virtual debates on-line por meio das redes sociais, da Revista On-line e da Web Rádio. Tem como missão realizar e compartilhar práticas alternativas de direitos humanos da infância e da juventude, comunicação e cidadania, além de se tonar referência em participação juvenil com incidência política.

Em um seminário sobre tecnologias sociais promovido pela Fundação Banco do Brasil, 2004, Juçara S. Pedreira, Ladislau Dowbor, Maia Takagi, Sandra Boudarovsky, Rogério Miziara e Sonia Kruppa, formularam coletivamente o conceito de tecnologia social. “Conjunto de técnicas e procedimentos, associados a formas de organização coletiva , que representam soluções para inclusão social e melhoria na qualidade de vida.”

Para Lassance e Pedreira (2004) os métodos das tecnologias sociais perpassam pela articulação da ampla rede de atores sociais, pela adaptações inteligentes e espírito inovador, além da viabilidade política, técnica e social. A viabilidade política refere-se a autoridade e visibilidade que a tecnologia social ganha com o tempo, ou seja, pessoas passam a recomendar. A viabilidade técnica tem a ver com o projeto básico das ações, para que seja possível realizar em diferentes espaços e a viabilidade social quando a tecnologia se mostra capaz de ganhar escala, formando uma rede.

O Desabafo Social tornou-se tecnologia social a partir do momento que passou a ser instrumento para construção de soluções no campo social, através do conhecimento empírico dos jovens que compõem a rede, sendo referência para outros grupos, coletivos, redes e organizações.

O uso de metodologias que respeitam a diversidade, a realidade sociocultural das crianças, dos adolescentes e dos jovens, conciliando teoria e prática, o uso da linguagem adaptada decodificando termos para um vocabulário de fácil entendimento a um cidadão comum, além da efetivação dos direitos já existes, principalmente relacionados à participação juvenil, faz do Desabafo Social uma rede com resultados tanto qualitativos, quanto quantitativos.

Experiência de baixo custo e com grandes impactos sociais, o Desabafo utiliza a inteligência colaborativa proposta pelo sociólogo Pierre Lévy, através da educação popular pensada por Paulo Freire.

A busca pelo pente perfeito

O problema começou quando esqueci o pente de cabelo em casa. Inventei de viajar sem meu pente (com dentes largos). E então começou a busca incansável pelo pente perfeito.

Fui procurar o pente de cabelo pelas lojas de Maceió. Sabe o que é rodar feito barata tonta? Pois é, fui eu. Rodei em lojas, armarinhos, super mercados … em tudo. Só tinha pentes finos e extra finos para cabelos lisos/alisados/chapinha/escova.

Apelei até nos salões de beleza. E o engraçado – só que não – foi quando um cabeleireiro falou que iria resolver meu problema. Fiquei feliz por alguns segundos até ele dizer: “Eu faço uma escova ou chapinha no seu cabelo e você compra um pente fino. Pronto, problema resolvido!” Eu ri para não chorar, mas a única solução que me deram foi essa.

Continuei na luta e nada. Desesperei e gritei: Como ninguém pensa em pentes para cabelos crespos? Pois é né. Só observar nas campanhas publicitárias. A indústria da beleza dita o tipo certo de cabelo. O tipo “aceitável” de beleza e assim vai.

Um dia desses registrei um outdoor com a frase “Cabelo crespo tem solução!” A solução eu já sabia né. Foi a mesma que o cabeleireiro me disse. As pessoas não enxergam e não entendem que racismo está todo trabalhado na chapinha. Quem tem cabelos crespos que faça sua chapinha e compre seu pente fino #sqn.

Indico o texto Em terra de chapinha, quem tem cabelos crespos é rainha? , de Jarid Arraes.

 

Seminário Mídia e Direitos Humanos

Hoje participei do Seminário Mídia e Direitos Humanos promovido pela ONG Cipó Comunicação Interativa, pelo O Centro de Comunicação, Democracia e Cidadania (CCDC) da Faculdade de Comunicação (Facom) da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pelo Intervozes.

O evento foi realizado no Colégio Estadual Dalva Matos,  no subúrbio de Salvador, com os alunos do ensino médio. Dando inicio as atividades, o professor Jeovandro, da Faculdade de Comunicação da UFBA, destacou a influência da mídia no cotidiano das pessoas.  “Os meios de comunicação segregam as pessoas. Como eu posso representar o outro nos meios de comunicação sem preconceito?”, disse.

A estudante Jaiana dos Santos, 15, manifestou indignação com que é transmitido nos programas policialescos. “A comunicação é um perigo para sociedade. A TV só passa coisas ruins sobre a favela, mas não é bem assim.” Paulo Vitor, do Intervozes, questionou o público. “Assistimos os programas policialescos, sensacionalistas por que queremos ou por que é o que tem?”. Logo em seguida, Paulo Vitor trouxe um exemplo de uma emissora de televisão que tinha um programa o qual violava os direitos humanos de homossexuais. Esse programa saiu do ar por 30 dias. Nesse período foram exibidos programas educativos e voltados a promoção da dignidade da pessoa humana. O resultado foi que a audiência triplicou. Isso significa que assistimos esses programas porque é o que tem.

A comunicação apesar de ser um direito, sempre foi tratada como negócio. Onde tem negócio, onde tem mercadoria há desigualdade. E por isso, os estudantes sugeriram que para exaltar a beleza e a cultura das periferias de Salvador, é necessário que os movimentos sociais e a sociedade civil unam forças para valorizar as mídias alternativas já existentes.

Estive conversando há pouco tempo com um amigo, sobre amizade. Concluímos que algumas atitudes podem afastar ou aproximar. Mas enfim.

Há quem se espante ainda (eu) com o pensamento reacionário de algumas (muitas) pessoas. O jogo político da abolição da escravatura, está levando a humanidade para … não sei, mas não estamos indo bem. É só olharmos as redes sociais que iremos ver discursos de ódio e comparações fora do comum. Fora do comum não! Comum a muitos que compactuam com aquilo. E meus amigos (?) também se manifestam dessa forma, infelizmente.

Por mais que o acesso à internet tenha aumentado, a televisão sempre estará no centro das atenções. Não há como negar. Até no ciberespaço a conversa é sobre TV.

Sobre as cotas raciais “Neste país todo cidadão é igual perante a lei […] Se fomos dividir o Brasil em cotas, em guetos, não seremos uma nação, mas um retalho de um país.” Disse a queridíssima Rachel Sheherazade. Como ela sabe tudo, ela só esqueceu de deixar claro aos telespectadores que isonomia não é igualdade.  O princípio de isonomia, em outras palavras, é “tratar os igualmente os iguais e desigualmente os desiguais.” Por quê?  O artigo 5º da CF/88 trata da igualdade formal, e nem todos são iguais, seja no plano material, social, enfim..  Isso entra nas questões de políticas públicas efetivas, criação de ações afirmativas para “corrigir” legalmente esses equívocos de desigualdades e garantir a dignidade da pessoa humana através da isonomia.

“Só vamos tomar uma providência quando os ARRASTÕES MIGRAREM DA PERIFERIA para os shoppings de luxo.” Mais uma vez Rachel. Eu não consigo nem escrever nada sobre essa frase. Desculpa. Mas não consigo mesmo.

E não para por aí.

Fotografia do site UOL.

“O que que resta ao cidadão de bem que ainda por cima foi desarmado? Se defender, é claro! O contra-ataque aos bandidos é o que eu chamo de legítima defesa coletiva de uma sociedade sem estado contra um estado de violência sem limite”.

A jornalista Rachel Sheherazade falou isso em rede nacional, durante as manifestações de junho. Pegadinha do malandro. Ela falou isso defendendo os “vingadores” que atacaram e prenderam um adolescente negro a um poste por uma trava de bicicleta, no Flamengo (RJ).

“O marginal foi salvo pelo ECA, o estatuto da impunidade.” Sheherazade linda, quem não foi e não é reconhecido como sujeito de direito, passa a não reconhecer o valor do outro, meu bem. Suas atitudes só fazem com que essa sociedade @#$%#*% guie os adolescentes a outras vulnerabilidades, fazendo com que eles seja inseridos  no Sistema de Justiça Juvenil, cada vez mais cedo. Não darei aula sobre o Estatuto da Criança, você já é a dona da verdade #sqn.

Querida você não leu o Código de Ética do Jornalismo?  Conte-me mais como se formou em , Rachel Sheherazade.

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Filha, liberdade de expressão não é falar qualquer coisa violando o direito do outro. Existe consequências no pensamento livremente manifestado. Por isso, há outros artigos na Constituição Federal de 1988 e em outras legislações, estatutos, convenções etc.

Além da barbárie contra o adolescente negro atacado e preso a um poste por uma trava de bicicleta, no Flamengo (RJ), tem ainda os comentários das pessoas que compactuam com isso. Meus amigos(?), por exemplo. Associam o bairro e a pessoa, ao crime.  Logo é bandido. “Bandido bom é bandido morto!”, não é? E um pensamento reacionário como esse, desvia a problemática do racismo. Super normal, não é? Já que Outro o trote na Universidade Federal de São Paulo que pintaram uma caloura negra de branco e falaram “A UNIVERSIDADE É BRANCA!”, foi apenas um trote. Super de boa, já que um colégio em Guarulhos (SP) pediu para que um de seus alunos cortasse o cabelo crespo. Super normal, já que… são tantos casos e tantas questões que estão sendo desviadas.

Falar sobre o MST não é nada fácil. E não me arrisco tanto a falar. Mas vamos lá! Nunca parei para ler realmente sobre o movimento, apesar de uma amiga-irmã ter nascido e crescido nos assentamentos e eu ter contato com ela, mesmo que distante.

A criminalização dos movimentos sociais na mídia transmite uma noção de verdade absoluta e inquestionável. Fora que o Ministério de Defesa considera os movimentos sociais como “força oponente” , tal como organizações criminosas. (http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2014/01/ministerio-da-defesa-iguala-movimentos-sociais-a-criminosos-e-os-considera-forca-oponente-8022.html). Aí pronto!

Os objetivos do MST estão explícitos no site www.mst.org.br: Lutar pela Terra, Lutar por Reforma Agrária e Lutar por uma sociedade mais justa e fraterna. Sendo que os objetivos estão garantidos na Constituição Federal, especificamente no capítulo III – Da Política Agrícola e Fundiária e a Reforma Agrária.

Considerando que o MST é um movimento orgânico de pessoas e que uma das bandeiras levantadas pelo movimento é o acesso à cultura relacionado com a dignidade e formação de valores, percebe-se a amplitude do conceito de cultura. Para o MST, o primeiro passo para mudança social é através da cultura ideológica e enquanto arte, ou seja, mudança na forma que escuta a música, como constrói o poema, como se veste, o que compra , o que produz , o que reproduz etc. Cultura para o MST é o jeito de viver, produzir e de reproduzir a vida, baseada na construção cotidiana de novos conhecimentos que são fortalecidos e renovados todos os dias.

Vale destacar uma coisa interessante. Antes do governo Lula, havia algumas políticas do governo anterior direciona aos trabalhadores sem terra, mas não houve sucesso e essas políticas públicas nunca se efetivaram. Sérgio Mamberti ficou encarregado em desenvolver a Secretaria da Diversidade Cultural, em que esteve por seis anos durante o primeiro governo Lula. O ministro Gilberto Gil e Sérgio Mamberti , criaram, junto ao MST, uma Rede Cultural da Terra. Isso passou a ser cada vez mais uma questão estratégica para que o Movimento pudesse se fortalecer culturalmente, politicamente, e do ponto de vista da cidadania.

A Rede Cultural da Terra é a iniciativa governamental de fomento à produção cultural do meio rural brasileiro. Os projetos são guiados por meio de parcerias entre os grupos, representados por seus entes e agentes, e órgãos representativos do Governo Federal. Tem como objetivo constituir e identificar uma rede de atividades tomando como referencial a produção cultural no campo, seguindo as diretrizes do programa: realizar oficinas de capacitação, atividades ligadas às artes plásticas, artes cênicas, artes visuais, literatura, música, artesanato, oficinas de cultura digital e mapeamento da memória cultural dos trabalhadores do campo.

Sobre o governo Lula finalizo por aqui, para que você, leitor, não ache que estou exaltando e colocando o PT no pedestal. Mas que é verdade isso que falei, é.

Mais do que ocupar terra, é o uso do que foi conquistado para troca de experiências, potencializar a cidadania, educar etc.

Um exemplo é o Cinema na Terra. As primeiras projeções foram realizadas na Marcha Nacional pela Reforma Agrária, em 2005. No início, foram exibidos curtas sobre a história do MST e da luta pela terra. Entre eles, Raiz Forte e Caminhando para o Céu. Agora, o projeto parte para a exibição de longas. Outro projeto legal é o Sem Terrinha. O Sem Terrinha, pelo nome já dá para perceber que é voltado ao público infantil, estimula as crianças à produção de conhecimento, através de atividades lúdicas até a participação de plenárias informativas e por ai vai..

Enfim, são várias iniciativas legais do MST que não iremos ver na mídia. Não deixarei nenhum outro link aqui. A busca é mais divertida e vai ser uma aventura surpreendente. Dá um procurada!